Teatro e Marionetas de Mandrágora

adormecida / criação raiz

M.6 . 00h45 . 2012
adormecida
adormecida
adormecida
adormecida
adormecida
adormecida
Fiar, tecer e cortar. A ladainha na construção de um fio, um fio como trajeto que separa o novelo do tecido, metáfora simbólica. Nascer, fazer nascer e desenhar linhas entre a roca e o fuso, entre o bater do tear.
Fiandeiras, que pelas mãos se constroem e se reinventam, fios suspensos de uma ação contínua na construção em muitas mãos.
Adormecidas, suspensas, aguardam numa dimensão reinventada de si mesmas, sem espaço nem tempo. Perdidas no não lugar, ou no lugar de nenhures, tecem sem fim e tecem sem parar.

espectáculo concebido a convite da companhia Limite Zero para o Kiosque das Marionetas no âmbito da Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura


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