Teatro e Marionetas de Mandrágora

Lenheiras de Cuca Macuca / criação raiz fora de cena

M.6
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras de Cuca Macuca
Lenheiras, mulheres que carregam lenha é uma viagem para a construção de uma identidade. A escavação por dentro daquilo que "parece ser" para tornar visível o invisível. Esteticamente interessa-nos criar um e um apenas espaço-tempo de ambiguidade e provocador de descobertas, reconhecimento e recriação por parte do espetador. Conhecedores que são destas lendas, os espetadores sentir-se-ão de certa forma incluídos nas mesmas através do seu imaginário e da proposta cénica que deixará espaços em branco para que o público possa inscrever o seu texto interior. As duas personagens transportarão os dois feixes de lenha, duas pequenas máquinas de cena que se desdobrarão teatralmente nas várias cenografias e ambiências do espetáculo. Feixes que contém toda a matéria do sonho e da realidade cénica, objetos metamorfos que serão fontes sonoras, complementos dos figurinos e apetrechos na construção das formas animadas.

Uma encenação de José Caldas e texto de João Pedro Mésseder com a participação da cenógrafa Marta Fernandes da Silva.