Teatro e Marionetas de Mandrágora

Tia Graça / criação plástica

Toda a gente devia ter uma.
12 aos 12 anos
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Tia Graça
Maria Virgínia da Graça nunca aprendeu uma nota de música do tamanho de um comboio. Nem ela, nem a mãe, nem as irmãs, nem nenhuma mulher lá de casa. Pelo contrário, todos os homens da família são músicos. Nunca teve filhos, por isso foi mãe do avô, mãe do pai, mãe dos irmãos e agora é mãe dos próprios sobrinhos. Tudo músicos. Hoje, viajada e muito vivida, a Tia Graça está surda que nem uma porta. O que, numa família destas, tem muita graça. Um espetáculo que homenageia as mulheres que vivem nos bastidores das vidas de tantos músicos, a lavar, a coser, a passar, a cozinhar, a mimar. E sempre à espera. Toda a gente devia ter uma Tia Graça.

Direção plástica e criação de cenografia.


colaborações . parcerias co-produções

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