Teatro e Marionetas de Mandrágora

A história do dia em que impedimos o fim do mundo

Era suposto o mundo acabar naquele dia. Mas não acabou. O que é que fizemos?

todos os públicos
«A História do Dia em que Impedimos o Fim do Mundo» é um workshop de criação que culmina na construção de um painel mecânico coletivo, concebido como um monumento ficcional ao dia em que a humanidade conseguiu impedir o fim do mundo.
O projeto baseia-se numa narrativa retrospectiva imaginária: a história é contada como se a catástrofe já tivesse sido evitada. Não como uma vitória heróica, mas como uma série de pequenos gestos, ações repetidas e esforços coletivos frágeis — poéticos, irónicos e, por vezes, absurdos.
O projeto também se inspira conceptualmente em «Ideias para Adiar o Fim do Mundo», de Ailton Krenak, fazendo eco à ideia de que imaginar outros futuros — mesmo que provisórios ou frágeis — já é, por si só, um ato político e poético.
Eduardo Felix é um escultor teatral que trabalha nas áreas do marionetismo, direção, cenografia, dramaturgia, atuação-manipulação e figurino. É licenciado em Escultura pela Escola de Belas Artes da UFMG e atua no teatro profissional desde 2001. É fundador e diretor artístico da Pigmalião Escultura que Mexe, onde desenvolve a sua investigação artística e prática pedagógica. O seu trabalho tem sido apresentado através de espetáculos, oficinas e residências artísticas no Brasil e a nível internacional. Como autor e encenador, criou um conjunto de obras que abrange o período de 2007 até ao presente. A Pigmalião visitou o FiF em 2023 com o espetáculo «Fábulas antropofágicas para dias fascistas».

Trabalho coletivo de artistas de renome provenientes de mais de dez países diferentes. A direção artística do projeto é da autoria de Eduardo Felix.

atividades paralelas

colaboradores . parceiros . coprodutores

agenda

26 SET. 2026 . SÁBADO > 11 OUT. 2026 . DOMINGO
Fossekleiva arts centre | Norway■ ■ ■

instalação artística

O meio que nos envolve é inspirador, fonte de diálogo entre espaço público e a arte. Assim, a instalação artística integra o espaço urbano e rural, quer mediante eventos e iniciativas, ou informalmente, se apresenta a todos. A arte pode e deve estar presente fora das galerias, dos espaços de exposição, também ali, mas não somente ali. Quer seja via artistas convidados, ou mediante programas comunitários intergeracionais, a instalação da arte no espaço público, é uma afirmação. A arte é importante no nosso quotidiano, quer seja em harmonia, quer seja como confronto de ideias e de conceitos que nos instigam à ponderação. E de súbito na caminhada o individuo se vê em frente à obra, a instalação, ao romper da rotina pela arte. E assim se instigam pensamentos, ponderações ou a simples contemplação estética de algo que nasce inusitadamente para colocar a mente do indivíduo num lugar de realidade artística.

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